Europa — Do Fim de Semana às Ilhas do Atlântico

Perto o suficiente para se ir três dias, variada o suficiente para não se repetir. É onde a maior parte das viagens começa.

A Europa tem uma vantagem que nenhum outro continente tem para quem parte de Portugal: cabe num fim de semana prolongado. Voa-se de manhã, almoça-se noutro país e não se perde um dia inteiro em cada ponta da viagem.

É também onde estão as ilhas do Atlântico — Madeira, Açores e Canárias — que são o compromisso mais fácil entre praia e natureza sem sair de casa.

E é o continente onde mais vale a pena viajar fora da época alta: a mesma cidade em outubro custa metade do que custa em agosto, e vê-se melhor.

Tipo de viagem

Vista panorâmica da Praia de Amadores, em Gran Canaria, com águas turquesa, areia dourada, espreguiçadeiras e falésias ao fundo num dia ensolarado.

Gran Canária

Voos + 7 noites

Meia Pensão

Partidas de Lisboa 25/12

desde € 670 por pessoa

O país que se conhece melhor do que qualquer outro, e por isso mesmo o mais fácil de subestimar. Do Douro ao Algarve, da Madeira aos Açores.

Família a visitar uma casa típica de Santana, na Madeira, com estrutura em madeira e cobertura de colmo, rodeada por jardins floridos num dia solarengo.

Funchal – Madeira

Voos + 4 noites

Alojamento + Peq. Almoço

Partidas de Porto 29/12

desde € 395 por pessoa

4 destinos

Ilhas do Atlântico

Madeira — clima ameno o ano inteiro, levadas e uma cidade com vida própria. Funciona em qualquer mês.

Açores — natureza a sério, lagoas e baleias. São Miguel para uma primeira vez, Terceira para quem já lá foi. De maio a setembro.

Canárias — a garantia de sol quando a Europa está cinzenta. Gran Canária tem a maior oferta hoteleira e voo direto de Lisboa.

Quando ir

Cidades — abril, maio, setembro e outubro. Tempo bom, filas curtas e preços razoáveis. Agosto é o pior dos dois mundos: caro e cheio.

Mediterrâneo e praia — de junho a setembro, com junho e setembro claramente melhores em preço e em sossego.

Ilhas atlânticas — a Madeira e as Canárias não têm época má; os Açores concentram-se no verão.

Quanto tempo chega

Três a quatro noites para uma cidade, sete para uma ilha. Duas cidades na mesma viagem só compensam quando há comboio direto entre elas — em avião, gasta-se meio dia por cada troca.

Perguntas frequentes

Vale a pena comprar tudo junto?

Em cidades europeias, o que vale mais é o acompanhamento: se um voo atrasar ou uma greve cancelar, quem comprou tudo à peça resolve sozinho. Em pacote, resolvemos nós.

Preciso de passaporte?

Dentro do espaço Schengen, o cartão de cidadão chega. Para o Reino Unido é preciso passaporte e uma autorização eletrónica de viagem.

Com que antecedência devo reservar?

Dois a três meses para uma cidade fora de época alta. Para agosto, Natal ou Passagem de Ano, cinco a seis — e nas ilhas ainda mais, porque a oferta de voos é limitada.

    Para onde quer ir?

    Diga-nos o essencial. Não é um compromisso — é o ponto de partida para uma proposta feita à sua medida.

    Quanto mais nos disser — destinos, ocasião, o que não pode faltar — mais afinada será a proposta.

    Datas de ida e de volta pretendidas.

    Tem flexibilidade nas datas?*

    Uma pequena flexibilidade de 1 ou 2 dias — partir na segunda em vez do domingo, por exemplo — pode abrir portas às melhores opções.

    Quem viaja e como?

    Quartos, regime, aeroporto e o orçamento que tem em mente.

    Quarto 1*

    Regime pretendido*:

    Pode escolher mais do que um.

    Aeroporto de partida preferencial*:

    Um valor aproximado ajuda-nos a filtrar hotéis e destinos dentro das suas expectativas. Não é um compromisso.

    Como falamos consigo?

    Último passo. Depois é connosco.

    Preencha pelo menos um dos dois para podermos responder.