Portugal — De Norte a Sul e as Ilhas do Atlântico

O país que se conhece melhor do que qualquer outro, e por isso mesmo o mais fácil de subestimar. Do Douro ao Algarve, da Madeira aos Açores.

Portugal cabe num fim de semana e não se esgota numa vida. É pequeno em quilómetros e enorme em variedade: em três horas de carro passa-se de vinha em socalcos a praia de água quente, e há duas dezenas de cidades que justificam três dias cada uma.

E depois há as ilhas, que são outro país. A Madeira e os Açores ficam a duas horas de avião e a meio mundo de distância na paisagem — vulcões, lagoas, levadas e um clima que não se parece com o continente em mês nenhum.

Tipo de viagem

Família a visitar uma casa típica de Santana, na Madeira, com estrutura em madeira e cobertura de colmo, rodeada por jardins floridos num dia solarengo.

Funchal – Madeira

Voos + 4 noites

Alojamento + Peq. Almoço

Partidas de Porto 29/12

desde € 395 por pessoa

3 destinos

O continente

Norte — Porto, Douro e Minho. Vinho, gastronomia e paisagem de socalcos. É a região onde mais se come e mais se anda de carro.

Centro — Serra da Estrela, Coimbra, Aveiro e a costa de Peniche a Nazaré. Menos concorrida e com melhor relação preço-qualidade do que as pontas do país.

Lisboa e arredores — a cidade, Sintra, Cascais e a costa alentejana a menos de duas horas. É a base mais versátil para uma primeira visita.

Alentejo — planície, herdades e um litoral bravo. Para quem quer sossego e não precisa de mar morno.

Algarve — praia e golfe, com a costa oeste a ser outra coisa da costa sul.

As ilhas

Madeira — clima ameno o ano inteiro, hotelaria excelente e levadas para caminhar sem ser alpinista. O Funchal serve de base para tudo, e vinte graus em janeiro não é exagero.

Porto Santo — nove quilómetros de areia a uma hora de barco da Madeira. É o par natural de quem quer juntar caminhada e praia.

Açores — natureza em bruto, com o tempo a mudar três vezes por dia. São Miguel tem as lagoas e as termas e é a escolha certa para uma primeira vez; a Terceira é mais tranquila e Angra do Heroísmo anda-se toda a pé; o Pico e o Faial são para quem já cá veio.

Perguntas frequentes

Vale a pena juntar Madeira e Açores?

Raramente. Em muitas épocas não há voo direto entre os dois arquipélagos, e são viagens de espírito diferente — uma de conforto, outra de natureza. Vale mais fazer bem uma do que meia de cada.

Dá para ir com crianças?

O país inteiro é fácil com crianças: distâncias curtas, boa hotelaria e praia por todo o lado. Nos Açores as caminhadas e os passeios de barco pedem alguma autonomia.

Com que antecedência devo reservar?

Dois a três meses fora de época alta. Para agosto, Passagem de Ano ou fins de semana prolongados, cinco a seis — e nas ilhas ainda mais, porque a oferta de voos é limitada.

    Para onde quer ir?

    Diga-nos o essencial. Não é um compromisso — é o ponto de partida para uma proposta feita à sua medida.

    Quanto mais nos disser — destinos, ocasião, o que não pode faltar — mais afinada será a proposta.

    Datas de ida e de volta pretendidas.

    Tem flexibilidade nas datas?*

    Uma pequena flexibilidade de 1 ou 2 dias — partir na segunda em vez do domingo, por exemplo — pode abrir portas às melhores opções.

    Quem viaja e como?

    Quartos, regime, aeroporto e o orçamento que tem em mente.

    Quarto 1*

    Regime pretendido*:

    Pode escolher mais do que um.

    Aeroporto de partida preferencial*:

    Um valor aproximado ajuda-nos a filtrar hotéis e destinos dentro das suas expectativas. Não é um compromisso.

    Como falamos consigo?

    Último passo. Depois é connosco.

    Preencha pelo menos um dos dois para podermos responder.